viernes, 17 de junio de 2011

Felicidades! Para um pessoa especial!

Exitem coisas maravilhosas que acontecem em nossas vidas e que o tempo jamais nos devolve... leva consigo lembranças de momentos inesquecíveis.A vida como um livro de fotos é feita de momentos felizes recordações, umas mais marcantes que outras, mas cada qual com sua importancia e seu quinhão de colaboração no que somos e no que nos transformamos ao longo da vida.Podemos comparar também nosso coração com um porta-jóias onde guardamos nossas pérolas.Felicidade plena é colecionar bons momentos e recordar sempre.Extrair de cada experiencia sua magia e sua beleza.
Isso faz parte de nós.É VIVER. VIVA PLENAMENTE!
Danubia Rocha

 

Cinema Paradiso

Se tu fossi nei miei occhi per un giorno
Vedresti la bellezza che piena d'allegria
Io trovo dentro gli occhi tuoi
Ignaro se magia o realtà

Se tu fossi nel mio cuore per un giorno
Potreste avere un'idea
Di ciò che sento io
Quando m'abbracci forte a te
E petto a petto noi
Respiriamo insieme

Protagonista del tuo amor
Non so se sia magia o realtà

Se tu fossi nella mia anima un giorno
Sapresti cosa sento in me
Che m'innamorai
Da quell'istante insieme a te
E ciò che provo è
Solamente amore

Cinema Paradiso

Se você visse através dos meus olhos apenas por um dia
Você veria a beleza que me inunda de alegria
Quando olho para dentro de teus olhos
Sem saber se é magia ou realidade

Se você estivesse em meu coração apenas por um dia
Você poderia ter uma idéia
Do que eu sinto
Quando você me abraça forte junto a teu corpo
Peito a peito,
Respirando o mesmo ar

Protagonista de teu amor
Eu não sei dizer se era magia ou realidade

Se você estivesse em minha alma só por um dia
Você saberia como me sinto
O que me fez me apaixonar
Naquele momento que estive junto a você
E tudo o que sinto
É somente amor

jueves, 7 de abril de 2011

De onde és? ... ¿Cómo es tu nombre?...¿Cúantos años tienes?

Perguntas pessoais:

De onde és?¿De dónde eres?
O que você faz?¿Qué hace?
Onde moras?¿Dónde vives?
Qual é o teu nome?¿Cómo es tu nombre?
Quantos anos tens?¿Cúantos años tienes?
És casado(a)?¿Eres casado(a)?
Você tem filhos?¿Tiene hijos?
Você tem namorado(a)?¿Tiene novio(a)?


Como fazer perguntas sem ofender (Cómo hacer preguntas sin ofender)
Posso fazer uma pergunta?¿Puedo hacerte una pregunta?
Não precisa responder se você não quiser...No tiene que contestar si no quiere...
Te incomodarias se eu perguntasse...Te molestaría que te preguntara...
Só por curiosidade...Apenas por curiosidad...

1) Ao terminar um espetáculo:
¡Bravo!Bravo!
¡Estupendo!Estupendo!
¡Formidable!Formidável!
¡Magnífico!Magnífico!
¡Genial!Genial!

2) Perguntando a opinião de alguém:
 parecela exposición?
ha parecidoel cuadro?
parecióel concierto?
¿Qué le te  
 parecenlos protagonistas de la película?
han parecidolas esculturas
parecieronlas canciones del último disco de Enrique Iglesias?

¿(A ti) tegustala obra?
¿(A usted) leha gustadola corrida?
¿(A vosotros, - as) osgustóel recital?
   
¿(A ustedes) lesgustanlos decorados?
 han gustadolos actores?
 gustaronlos pintores?
                                         
¿Qué talla película?
¿Qué opina /s deestos artistas?

3) Dando a própria opinião:
Me parece
     un poco
     bastante
       muy
    demasiado
 excesivamente
       
aburrido/a (tedioso/a, chato/a)
Me parecenromántico/a (romântico/a)
Me ha parecidoincreíble (incrível)
Me han parecidoinnovador/a (inovador/a)
Me pareciópasado/a de moda (fora de moda)
Me parecieronraro/a (estranho / estranha)
Creo que + ser/estarinteresante (interessante)
Pienso que + ser/estarhorrible (horrível)

4) Recomendando um espetáculo:
Debe/s ir a ver el nuevo teatro.
Tiene/s que leer el último libro de Gabriel García Márquez.
Hay que ir a ver sin falta la exposición sobre Monet.

Em espanhol:Falando ao telefone :Haciendo la llamada



Em espanhol:
Alô?
¿Diga?
Pronto?
¿Dígame?
Oi?
¿Hola?
Sim?
¿Sí?


1) Ligando (Haciendo la llamada)
Por favor, posso falar com o sr. Gomez?
Perdone, ¿puedo hablar con el sr. Gomez?
O sr. Gomez, por favor?
¿El sr. Gomez, por favor?
Alô, pode chamar o Luiz, por favor?
Hola, ¿puede ponerse Luiz, por favor?
Alô, o Luiz está?
Hola, ¿está Luiz?
Boa tarde, é do setor de contabilidade?
Buenas tardes, ¿es el departamento de contabilidad?
Por favor, pode passar-me o ramal 21?
Disculpe, ¿puede ponerme con la extensión 21?

2) Atendendo ao telefone (Contestando el teléfono)
Quem está falando?
¿Quien habla?
Quem deseja falar?
¿De parte de quién?
Com quem gostaria de falar?
¿Con quién quiere hablar?
Aguarda só um minutinho.
Espera sólo un ratito.
Você quer deixar recado?
¿Quiere dejar un recado?
Pronto. Pode falar.
Listo. Dígame.
O senhor/a senhora poderia ligar mais tarde?
¿Podría llamar un poco más tarde?
Tudo bem, digo a ele (a) que ligaste.
Está bien, yo le digo a él/ella que tú lo/lla llamaste.

3) Terminando a ligação (Terminando la llamada)
Preciso desligar.
Tengo que colgar.
Nos ligamos mais tarde, está bem?
Nos llamamos más tarde, ¿de acuerdo?
Então, até (segunda-feira).
Entonces, hasta el (lunes).
Um beijo/um abraço
Un beso/un abrazo.
Até logo.
Hasta luego.
 Em espanhol, quando a linha está ocupada, a expressão utilizada é Está comunicando.

jueves, 24 de marzo de 2011

Povos ibéricos pré-romanos

Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas as tribos instaladas na costa sudeste. Rufo Avieno no seu poema Ode Marítima (século IV d.C.) relata as aventuras de um navegador grego nos finais do século VI a.C., que descreve a existência de várias etnias na costa meridional atlântica que já praticavam a cultura megalítica e seriam, provavelmente, os responsáveis pelo comércio com o atlântico norte — os Estrímnios e os Cinetes (ou Cónios).
Pensa-se que a Península Ibérica foi habitada primordialmente por povos autóctones que vieram a ser conhecidos como Iberos, entre eles estão os Tartessos. Posteriormente, cerca de 1000 a.C. ou antes, chegaram à região povos Indo-Europeus de origem Celta que coexistiram com os povos Iberos, habitando regiões distintas na Península Ibérica: os Celtas viviam principalmente na zona Norte e Ocidental da Península enquanto que os Iberos viviam na zona Sul e Leste da mesma. Na meseta Central, os povos Celtas mesclaram-se com os povos Iberos dando origem aos Celtiberos, que não se devem confundir com os Celtas Ibéricos (Celtas da Península Ibérica) que em Inglês se denominam de Celtiberians.
Entre os vários povos que habitavam a Península Ibérica encontravam-se: os Lusitanos, os Calaicos ou Gallaeci e os Cónios, entre outras menos significativas, tais como os Brácaros, Célticos, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamicos, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Gigurri, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas, Turodos.
Gregos e Fenícios-Cartagineses também habitaram a península, estabelecendo pequenas colónias-feitorias comerciais costeiras semi-permanentes de grande importância estratégica. Contudo estes últimos dois povos terão exercido influências mínimas para a ascendência dos povos da Península, contribuindo apenas culturalmente, por exemplo com o alfabeto greco-ibérico para as escritas paleohispânicas.






Iberos:

Os Iberos eram povos autóctones que habitaram o Sul e o Este da Península Ibérica na antiguidade. A respeito da sua origem, há várias teorias: a primeira considera que os Iberos são os habitantes originais da Europa Ocidental e os criadores da grande cultura megalítica que teve início em Portugal. Outra teoria sugere que eram povos originários do Norte da África, de onde emigraram provavelmente no século VI a.C. para a Península Ibérica, onde ocuparam uma faixa de terra entre a Andaluzia e o Languedoc (na França). Segundo outra teoria, os Iberos seriam de origem caucasiana, e teriam construído oppida muito semelhantes às mesmas construções encontradas na Escócia. Essa teoria está apoiada em evidências arqueológicas, genéticas e linguísticas.
Quando as primeiras migrações celtas chegaram ao ocidente europeu, os iberos já estavam estabelecidos alguns milênios antes, principalmente no este da península ibérica. Foram parceiros comerciais dos Fenícios, os quais fundaram dentro do território dos Iberos várias colônias comerciais, como CádizEivíssia e Empúrias. Contra os romanos a aliança entre Iberos e Celtas tornou-se mais forte e a partir do no século I a.C. formaram o povo conhecido como Celtiberos.
Na costa este, as tribos Iberas parecem ter estado agrupadas em cidades-estado independentes. No sul houve monarquias, e o tesouro de El Carambolo, perto de Sevilha, parece ter estado na origem da lenda de Tartessos. Em santuários religiosos encontraram-se estatuetas de bronze e terra-cota, especialmente nas regiões montanhosas. Há uma grande variedade de cerâmica de distintos estilos ibéricos.
A economia Ibérica tinha uma agricultura rica, forte exploração mineira e uma metalurgia desenvolvida. A língua Ibérica, uma língua não Indo-europeia continuou a ser falada durante a ocupação romana. Ao longo da costa Este, utilizou-se uma escrita Ibérica, um sistema de 28 sílabas e caracteres alfabéticos, alguns derivados dos sistemas fenício e grego, mas de origem desconhecida. Ainda sobrevivem muitas inscrições dessa escrita paleohispânica, mas poucas palavras são compreendidas, excepto alguns nomes de locais e cidades do século III, encontradas em moedas.
Tribos de Iberos:



Tartessos:

Tartessos (Τάρτησσος) era o nome pelo qual os gregosconheciam a primeira civilização do Ocidente. Herdeiros da cultura megalítica andaluza, que se desenvolveu no triângulo formado pelas actuais cidades de HuelvaSevilha e Cádiz, os tartessos poderão ter desenvolvido uma língua e escrita distintas das dos povos vizinhos, com influências culturais de egípcios efenícios. Estão perfeitamente documentados povoados ao longo do vale do Guadalquivir. A sua provável capital talvez fosse Turpa, no lugar que hoje ocupa o porto de Santa Maria, na desembocadura do Guadalete. Provavelmente, a cidade e a civilização já existiam antes de 1000 a.C., dedicadas ao comércio, a metalurgia e a pesca. A posterior chegada dos fenícios, talvez tenha estimulado o seu imperialismo sobre as terras e cidades ao seu redor, a intensificação da exportação das minas de cobre e prata. Os Tartessos converteram-se nos principais provedores de bronze e prata do Mediterrâneo. A sua forma de governo era a monarquia, e possuíam leis escritas em tábuas de bronze. No século VI a.C., Tartessos desaparece abruptamente da História, seguramente varrida por Cartago.
Apesar de existirem numerosos restos arqueológicos no sul da Espanha, como o tesouro do Carambolo, a cidade de Tartessos ainda não foi encontrada.


Cónios:


Os cónios (do latimConii) eram os habitantes das actuais regiões do Algarve e Baixo Alentejo, no sul de Portugal, em data anterior ao séc. VIII a.C., até serem integrados na Província Romana da Lusitânia.
Para os defensores das teorias linguísticas actualmente aceitas, os cónios teriam origem celta. Antes do séc. VIII a.C., a zona de influência cónia, segundo estudo de caracterização paleoetnológico da região, abrangeria muito para além do sul de Portugal, desde o centro de Portugal até ao Algarve e todo o sul de Espanha até Múrcia.
No Baixo Alentejo e Algarve foram descobertos vários vestígios arqueológicos que testemunham a existência de uma civilização detentora de escrita, a denominada escrita do sudoeste, anterior à chegada dos fenícios, e que se teria desenvolvido entre o século VIII e o V a.C. A escrita que está presente nas lápides sepulcrais desta civilização e nas moedas de Salatia (Alcácer do Sal) e é datável na Primeira idade do Ferro, surgindo no sul de Portugal e estendendo-se até à zona de fronteira.[3]
As estelas mais antigas recuam até ao século VII a.C. e as mais recentes pertencem ao século IV. O período áureo desta civilização coincidiu com o florescimento do reino de Tartessos, algo a que não deverá ser alheio a intensa relação comercial e cultural existente entre os dois povos. Aparentemente a única escrita conhecida na região é a dos cónios, mas persiste alguma confusão em se chamar escrita tartéssica à escrita cónia (vide artigos Tartessos e Cónios).
Aparentemente, antes da chegada dos romanos, os cónios eram monoteístas. O deus dos Cónios era Elohim, segundo uma estela que se encontra presentemente no Museu de Évora.


Celtas:
Celtas é a designação dada a um conjunto de povos, organizados em múltiplas tribos, pertencentes à família linguística indo-europeia que se espalhou pela maior parte do noroeste da Europa a partir do segundo milénio a.C., desde a península Ibérica até a Anatólia.
As origens dos povos celtas são controversas, especulando-se que entre 1900 e 1500 a.C. tenham surgido da fusão de descendentes dos agricultores danubianos neolíticos e de povos de pastores oriundos das estepes.
Aldeia danubiana
Civilizações neolíticas na Europa

 Esta incerteza deriva da complexidade e diversidade dos povos celtas, que além de englobarem grupos distintos, parecem ser a resultante da fusão sucessiva de culturas e etnias. Na península Ibérica, por exemplo, parte da população celta se misturou aos iberos, o que resultou no surgimento dos celtiberos. Estudos defendem que as Escritas paleo-hispânicas encontradas em estelas no sudoeste da península Ibérica demonstram que os celtas do País de Gales vieram do sul de Portugal e do sudoeste de Espanha.
Os celtas são considerados os introdutores da metalurgia do ferro na Europa, dando origem naquele continente à Idade do Ferro (culturas de Hallstatt e La Tène). A unidade básica de sua organização social era o clã, composto por famílias aparentadas que partilhavam um núcleo de terras agrícolas, mas que mantinham a posse individual do gado que apascentavam. A religião celta era politeísta com características animistas, sendo os seus ritos quase sempre realizados ao ar livre. O calendário anual possuía várias festas místicas, como o Imbolc e o Belthane, assim como celebrações dos equinócios e solstícios.
Mais recentemente foram apresentadas novas perspectivas sobre a celtização do Noroeste de Portugal e a identidade étnica dos Callaeci Bracari. No país, os povoados castrejos do tipo citaniense apresentavam características idênticas às dos povoados celtas. A citânia de Briteiros é exemplo de um povoado com características celtas, sendo, porém, necessário tomar esta designação no seu sentido lato: isto é - seria o local de habitação das numerosas tribos celtas (celtici). Tongóbriga é um sítio arqueológico situado na freguesia de Freixo, também antigo povoado dos Callaeci Bracari.
A maioria dos povos celtas foi integrada pelos Romanos, embora o modo de vida celta tenha, sob muitas formas, sobrevivido em grande parte do território por eles ocupado, como no norte de Portugal e a Galiza. Nestas regiões os traços linguísticos celtas sobrevivem nos topônimos, nalgumas formas linguísticas, no folclore e nas tradições. São os Celtas, os responsáveis pelos sufixos dunuum e briga em nomes de cidades, como Conímbriga (que viria a dar o nome à cidade de Coimbra), ou Miróbriga (Santiago do Cacém), Caetóbriga (Setúbal) e Lacóbriga (Lagos).

Tribos e povos celtas e de influência celta:

  • Atlas da História Universal (Times Books Ltds., Sociedad Comercial y Editorial Santiago Limitada, O Globo Ltda., Rio de Janeiro, 1995)
  • Coutinhas, J. M. - "Callaeci Bracari - aproximação à identidade etno-cultural". Porto. 2006.
  • Powell, T.G.E - The Celts, ed. rev. (Thames & Hudson Publishers, Inc., Londres, 1959)
  • (em espanhol) ABAD, L., Consideraciones en torno a Tartessos y los orígenes de la cultura ibérica, Archivo Español de Arqueología 52,1979, págs. 175-193.
  • (em espanhol) BENDALA, M., Notas sobre las estelas decoradas del S. O. y los oríenes de Tartessos, Habis 8, 1977, págs. 177-205.
  • (em espanhol) FERNÁNDEZ JURADO, J., 1988-89Tartessos y Huelva, Huelva Arqueológica, X-XI, vol. 3, 101-121.
  • (em espanhol) RUIZ MATA, D., 1994Fenicios, tartesios y turdetanos, Huelva Arqueológica XIV, 325-367.
  • (em espanhol) SCHULTEN, A., Tartessos, Madrid, 1945.
  • (em espanhol) VIOLAT BORDONAU, F. Tartessos, Mastia y las rutas comerciales de la antigüedad2007.


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